Emídio Rangel (1947-2014)

Por mais que tenha mudado o panorama do audiovisual em Portugal, com a TSF  e a SIC-Notícias, Emídio Rangel representa uma má memória para o FC do Porto.
Sei que não é politicamente correcto dizer mal dos mortos, mas a verdade é que estamos em presença do líder da maior campanha informativa que já teve lugar neste país contra um clube de futebol.
Não me esqueço dos «Donos da Bola», programa da SIC dos anos 90 que atingiu o seu apogeu em 1997 com o célebre caso Paula. Semana após semana, Emídio Rangel, Jorge Schnitzer e David Borges orquestraram e puseram em prática uma ofensiva tremenda contra o FC do Porto e seus dirigentes, treinadores e jogadores. Tudo servia, tudo serviu, para atacar o FC do Porto.
Não é bonito falar assim de um morto. Mas menos bonito é um vivo dar-nos razões para tal.
Apesar de tudo, sem ponta de hipocrisia, que descanse em paz. É o mínimo que merece quem tem de lutar durante tanto tempo contra o inimigo que acaba de o vencer.

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